2014

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domingo, 23 de agosto de 2009

Peskizador musikau

Fala aew pessoal ....desculpe a demora , ano de vestibular e concursos é dificil ter tempo pra postar ....rsrsrsrs..


Mais venho aqui hoje pra fazer umas recomendações boas.

È isso mesmo não foi confirmado mas está ai para os fãs da

lady gaga show dela aqui no rio de janeiro em novembro

a data ainda não foi dita .Lady gaga vem gerando bastante polêmica ultimamente.

som : pop/dance.





classico!!!




bem agora momento classico , creio eu q todo mundo já ouviu falar e já escutou o mestre, a lenda do reggae jamaicano....sim eu estou falando de bob marley .

ele influenciou vários artistas em sua época e continua influenciando a nova geração da musica no mundo todo .
recomendo pra todas as idades , suas musicas possuem letras politizadas, religiozas (Jáh) , muita positividadeeeeeeeeee.
Bem pessoal , só isso proxima mátéria que vou postar é sobre um estilo musical q esta surgindo e ganhando força no cenário.....POWER POP ... vc sabe o q é isso? rsrsrsrss
ate a proxima.....!


domingo, 16 de agosto de 2009

Educação, diferença, diversidade e desigualdade

por Sérgio Carrara
Coordenador geral do CLam/ImS/UeRJ

Trabalhar simultaneamente a problemática de gênero, da diversidade sexual e das relações étnico-raciais, ou seja, abordar em conjunto a misoginia, a homofobia e o racismo não é apenas uma proposta absolutamente ousada, mas oportuna e necessária. No Brasil, o estudo destes três temas e dos correlativos processos de discriminação social deu origem a campos disciplinares distintos (quem estuda uma coisa não estuda outra), a diferentes arenas de atuação de ativistas (cujo diálogo entre si nem sempre é fácil) e, finalmente, a políticas públicas específicas.

Apesar dessa fragmentação, gênero, raça, etnia e sexualidade estão intimamente imbricados na vida social e na história das sociedades ocidentais e, portanto, necessitam de uma abordagem conjunta. Para trabalhar estes temas de forma transversal, será fundamental manter uma perspectiva não-essencialista em relação às diferenças. a adoção dessa perspectiva justifica-se eticamente, uma vez que o processo de naturalização das diferenças étnico-raciais, de gênero ou de orientação sexual, que marcou os séculos XIX e XX, vinculouse à restrição do acesso à cidadania a negros, indígenas, mulheres e homossexuais.

Lembremos, por exemplo, que até o início do século XX uma das justificativas para a não extensão às mulheres do direito ao voto baseava-se na idéia de que elas possuíam um cérebro menor e menos desenvolvido que o dos homens. este imperativo de encontrar no corpo as razões de tais diferenças, ou seja, de essencializá-las ou naturalizá-las, explica-se pela preponderância formal dos princípios políticos do Iluminismo, muito especialmente do princípio da igualdade. depois da Revolução Francesa, nas democracias liberais modernas, apenas desigualdades naturais, inscritas nos corpos, podiam justificar o não-acesso pleno à cidadania.

(...)

Obviamente, a questão do estatuto dessas diferenças é um debate aberto e muito delicado, e a "verdade" sobre isso não deve ser encerrada em uma cartilha ou doutrina de qualquer ordem. ao contrário, a escola precisa estar sempre preparada para apresentar não uma verdade absoluta, mas sim uma reflexão que possibilite aos alunos e às alunas compreenderem as implicações éticas e políticas de diferentes posições sobre o tema e construírem sua própria opinião nesse debate. a idéia de que educação não é doutrinação talvez valha aqui mais do que em qualquer outro campo, pois estaremos lidando com valores sociais muito arraigados e fundamentais.

Alguns autores vêm mostrando como discursos homofóbicos, misóginos ou sexistas e racistas estão profundamente articulados. Um dos exemplos mais interessantes diz respeito ao modo pelo qual, na Alemanha nazista, a ascensão do discurso racista afetou não apenas as mulheres judias ou ciganas, consideradas racialmente inferiores. Como se tratava de "proteger" a chamada raça ariana, considerada superior às demais, passou a ser atribuído às mulheres "arianas" o ambíguo estatuto de "mães da raça"e para cumprir esse papel deveriam ficar fora do espaço público, permanecendo em casa e ocupando-se apenas da tarefa de criar filhos "racialmente puros". Vê-se aqui como a adoção do racismo como política de estado acabou implicando a reclusão das mulheres ao espaço doméstico. Vale lembrar que, ainda na Alemanha nazista, o racismo anti-semita articulou-se também à discriminação de homossexuais. Vistos, como os judeus, como ameaças à raça ariana, acabaram igualmente sendo enviados a campos de concentração.

Além de relações históricas, há em situações bem cotidianas uma espécie de sinergia entre atitudes e discursos racistas, sexistas e homofóbicos. Um exemplo talvez banal: se um adolescente ou aluno manifesta qualquer sinal de homossexualidade, logo aparece alguém chamando-o de "mulherzinha" ou "mariquinha". O que poucos se perguntam é por que ser chamado de mulher pode ser ofensivo. Em que sentido ser feminino é mau? Aqui pode ser visto o modo como a misoginia e a homofobia se misturam e se reforçam. a discriminação em
relação às mulheres ou ao feminino articula-se à discriminação dos sexualmente diferentes, daqueles que são sexualmente atraídos por pessoas do mesmo sexo.

O sofrimento que emerge dessa situação para adolescentes de ambos os sexos talvez só possa ser realmente avaliado por aqueles/as que foram submetidos/as a tais processos de estigmatização e marginalização. Além disso, freqüentemente o discurso racista utiliza características atribuídas às mulheres para inferiorizar negros/as, indígenas ou outros grupos considerados inferiores: "São mais impressionáveis, mais imprevidentes, mais descontrolados, mais impulsivos" etc. e, como as mulheres, estariam mais próximos da natureza, devendo ser tutelados, ou seja, tratados como crianças, incapazes de exercer plenamente seus direitos políticos.

Assim, diferentes desigualdades se sobrepõem e se reforçam. Faz todo o sentido, portanto, discuti-las em conjunto, pois aquele que é considerado como cidadão, o sujeito político por excelência, é homem, branco e heterossexual. em torno dele constrói-se todo um universo de diferenças desvalorizadas, de subcidadãos e subcidadãs.

Ao discutir tais questões com os/as professores/as brasileiros/as, busca-se contribuir, mesmo que modestamente, com a escola em sua missão de formadora de pessoas dotadas de espírito crítico e de instrumentos conceituais para se posicionarem com equilíbrio em um mundo de diferenças e de infinitas variações. Pessoas que possam refletir sobre o acesso de todos/as à cidadania e compreender que, dentro dos limites da ética e dos direitos humanos, as diferenças devem ser respeitadas e promovidas e não utilizadas como critérios de exclusão social e política.

Precisamos, portanto, ir além da promoção de uma atitude apenas tolerante para com a diferença, o que em si já é uma grande tarefa, sem dúvida. Afinal, as sociedades fazem parte do fluxo mais geral da vida e a vida só persevera, só se renova, só resiste às forças que podem destruí-la através da produção contínua e incansável de diferenças, de infinitas variações. As sociedades também estão em fluxo contínuo, produzindo a cada geração novas idéias, novos estilos, novas identidades, novos valores e novas práticas sociais.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

brasiliaaa

desabafo:

!!!eu preciso de aula!!!

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Debate sobre Diversidade - Qual é a sua tribo??


Refletir sobre os fenômenos que envolvem os mais diversos grupos humanos na sociedade contemporânea e que costumam se encontrar pessoal ou virtualmente e manter determinados hábitos de vida pode ajudar a compreender melhor porque certos fatos relacionados a esses grupos ganham mais ou menos destaque na mídia.


A reunião de pessoas em função de interesses, afinidades, hábitos, costumes e estilos de vida é uma prática antiga: andar em bandos garantia a própria sobrevivência.
Depois da Segunda Guerra Mundial o conceito de tribos mudou e as afinidades ideológicas, culturais e sociais como mecanismos de integração a um determinado grupo passaram a ocupar lugar privilegiado, na constituição dos grupos humanos, pois não mais somente a proximidade física uniu os homens surgiram os grupos ligados por culturas, ideologias, vestimentas, pensamentos, linguagem e outras peculiaridades.



Caros amigos que acompanham nosso Blog,

vamos aproveitar esse recesso escolar para discutir um assunto que nunca sai de moda: a divisão da juventude em grupos por afinidade.


O texto acima é a introdução de um trabalho de estudantes de jornalismo. Leia e comente. Você já percebeu que essa divisão sempre houve, e que isso se intensificou depois da 2a Guerra? O que você acha sobre isso? Vamos começar a aquecer esse fórum justamente no dia do Amigo. Participe!
Professora Renata Targino

sexta-feira, 10 de julho de 2009



Igor era um jovem que tinha quase tudo, exceto o amor. Desesperado ele discou um número de sua imaginação, em busca de alguém q se dispusesse a ouvi-lo, pois havia escolhido o caminho das drogas. Ele estava praticamente a mercê delas, chegando ao fundo do poço, de onde, talvez, não pudesse mais sair sozinho. Depois da alegria vinha o desespero e tudo poderia ser como um passo para a morte. E encontrou em Juliana uma segunda mãe e amiga que lhe ouvia sem críticas alguma, mas é certo que daquele dia em diante Igor seria ou tentaria ser uma pessoa melhor, certamente uma pessoa bem melhor. Bastava-lhe apenas acreditar em si mesmo. Afinal, ainda tinha uma vida toda pela frente e depois de ter conversado com Juliana ao telefone, sentia-se mais confiante. Juliana também sentiu-se muito mais leve e calma por ter lhe aconselhado a um recomeço de vida.


Observação do grupo: Esse livro é realmente muito bom e vale a pena ser lido, pois trata de assunto muito importante, as drogas. Então quem ainda não leu, deve ler! ;D

Grupo: Kamilla, Jéssica Elisa, Juana e Renata

sábado, 4 de julho de 2009

peskizador muzikal



aiw ..to eu aqui de novo .....




caramaba , eu tava muito tempo sem postar algo ...


ando meio sem tempo pra postar ,mais hoje vou deixar uma dica de bandas internacionais


Para começar andei ouvindo uma banda de punk rock da argentina chamada " attaque 77"


ela já é bastante conheci por la´...tem 20 anos de carreira. Essa banda toca sucessos de bandas como legião urbana e roberto carlos ( mais só que em espanhol ).






outra dica é uma banda americana que particularmente faz um som muito bom, misturando um pouco de rap e muito hardcore é o "sum 41" que é bastante conhecida....eles participarram da trilha sonora do filme homem-aranha (primeiro).

eles lançaram um album muito bom ano passado q é este aqui:


eu recomendo já ouvi esse cd ...pra vc que curte andar de skate tem umas musicas legais pra fazer trilha sonora....
bem por enquanto é isso galera....vou preparar materias melhores...é só o tempo permitir.
vlw

sexta-feira, 26 de junho de 2009



"Eu não sabia, nem podia adivinhar, que aquele cara maravilhoso que vinha andando pela praia era justamente o famoso Bruno", confessa Gabriela com o coração batendo forte. E não precisa ser adivinha para prever complicações à vista: Dora, sua prima e melhor amiga, é apaixonada pelo gato...
Mais que uma história de amor, esse livro narra a relação desses adolescentes em meio a mal-entendidos, culpa, intromissão dos pais e outros problemas que podem mudar o rumo de suas vidas.


Obs. do grupo: Esse livro é muito interessante, quem ainda não leu, tem que ler. Então não percam tempo ;D

Grupo.: Kamilla, Jéssica Elisa, Juana e Renata